consentiam
Do latim 'consentire', composto de 'con-' (junto) e 'sentire' (sentir, pensar).
Origem
Do latim 'consentire', composto por 'con-' (junto) e 'sentire' (sentir), significando 'sentir junto', 'estar de acordo'.
Mudanças de sentido
Permitir, concordar, anuir, estar de acordo.
O sentido de permitir ou concordar se mantém, com a forma 'consentiam' sendo mais comum em registros formais e narrativas históricas.
A forma verbal 'consentiam' carrega a nuance de uma ação passada, habitual ou contínua, de permissão ou concordância. Em contextos modernos, pode aparecer em relatos históricos, documentos legais ou literatura para descrever situações onde havia acordo ou permissão.
Primeiro registro
Registros da língua portuguesa antiga já apresentavam o verbo 'consentir' e suas conjugações, incluindo formas como 'consentiam', em textos de cunho religioso e administrativo.
Momentos culturais
Presente em crônicas, romances de cavalaria e textos religiosos, descrevendo atos de permissão ou concordância entre personagens ou entre o divino e o humano.
Utilizado em registros oficiais, testamentos e acordos para formalizar a permissão ou o consentimento de partes envolvidas.
Comparações culturais
Inglês: 'consented' (passado simples) ou 'were consenting' (passado contínuo), ambos derivados do latim 'consentire'. Espanhol: 'consentían' (terceira pessoa do plural do pretérito imperfeito do indicativo), com a mesma raiz latina e sentido de permissão ou acordo no passado. Francês: 'consentaient' (terceira pessoa do plural do imparfait), também com origem no latim e significado similar.
Relevância atual
A forma 'consentiam' é considerada formal e dicionarizada. Seu uso é mais restrito a contextos que exigem precisão linguística e formalidade, como em textos acadêmicos, jurídicos, históricos e literários. Em conversas cotidianas, formas mais simples ou sinônimos podem ser preferidos.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Século XIII - Derivado do latim 'consentire', que significa 'sentir junto', 'estar de acordo', formado por 'con-' (junto) e 'sentire' (sentir). A forma 'consentiam' é a terceira pessoa do plural do pretérito imperfeito do indicativo, indicando uma ação contínua ou habitual no passado.
Evolução de Sentido e Uso
Idade Média ao Século XIX - O verbo 'consentir' e suas conjugações, como 'consentiam', mantiveram o sentido de permitir, concordar, anuir. Era comum em textos religiosos, jurídicos e literários para expressar permissão ou aceitação.
Uso Contemporâneo no Português Brasileiro
Século XX e Atualidade - A palavra 'consentiam' continua a ser utilizada em seu sentido original, formal e dicionarizado, indicando concordância ou permissão no passado. Sua presença é mais frequente em contextos formais, literários e históricos, contrastando com formas mais coloquiais de expressar acordo.
Do latim 'consentire', composto de 'con-' (junto) e 'sentire' (sentir, pensar).