contemplariam
Do latim 'contemplari', que significa 'olhar atentamente', 'observar', 'meditar'.
Origem
Do latim 'contemplari', que significa 'olhar para o todo', 'observar atentamente', 'meditar'. Deriva de 'templum', um espaço delimitado para observação de presságios.
Mudanças de sentido
Observar atentamente, meditar, refletir sobre algo, especialmente em um contexto religioso ou filosófico.
Considerar, levar em conta, incluir em um plano ou lei. Ex: 'A nova lei contemplaria os idosos.'
Esta mudança semântica reflete a transição de um foco na observação passiva para uma ação mais ativa de inclusão e planejamento. A forma 'contemplariam' neste contexto indica uma possibilidade futura ou uma condição para que algo seja incluído.
Manutenção dos sentidos de 'observar/meditar' e 'incluir/considerar'. A forma 'contemplariam' é usada em cenários hipotéticos, desejos ou planos que podem ou não se concretizar.
Em contextos mais informais, pode haver uma leve conotação de 'imaginar' ou 'sonhar com' algo, mas o uso formal e técnico de 'considerar/incluir' é predominante em textos legais e normativos.
Primeiro registro
Registros em textos religiosos e crônicas medievais em português.
Momentos culturais
Uso frequente em poesia e textos filosóficos com o sentido de meditação e contemplação divina ou da natureza.
Aparece em documentos oficiais e literários, com o sentido de 'considerar' ou 'incluir' em leis e decretos.
Presente em textos legais, constitucionais e em discussões sobre políticas públicas, onde 'contemplariam' indica o que seria incluído ou previsto sob certas condições.
Comparações culturais
Inglês: 'would contemplate' (observar/meditar) ou 'would include/consider' (incluir/considerar). Espanhol: 'contemplarían' (observar/meditar) ou 'contemplarían'/'incluirían' (incluir/considerar). Francês: 'contempleraient' (observar/meditar) ou 'incluraient'/'considéreraient' (incluir/considerar). Italiano: 'contemplerebbero' (observar/meditar) ou 'includerebbero'/'considererebbero' (incluir/considerar).
Relevância atual
A forma 'contemplariam' é amplamente utilizada em contextos formais, como na redação de leis, propostas de projetos e análises de cenários futuros. Mantém a nuance de uma ação hipotética ou condicional, indicando o que seria incluído ou considerado se certas premissas fossem atendidas. Em um sentido mais poético ou reflexivo, ainda pode ser usada para descrever um estado de observação ou meditação profunda.
Origem Etimológica e Latim Vulgar
Século XIII — Deriva do latim 'contemplari', que significa 'olhar para o todo', 'observar', 'meditar'. Originalmente ligado à observação de fenômenos celestes ou à reflexão profunda.
Entrada no Português e Evolução Semântica
Séculos XIV-XV — O verbo 'contemplar' entra na língua portuguesa, mantendo o sentido de observar atentamente e meditar. Começa a ser usado em contextos religiosos e filosóficos.
Uso Moderno e Contemporâneo
Séculos XIX-XXI — O verbo 'contemplar' expande seu uso para significar 'considerar', 'levar em conta', 'incluir' ou 'prever' em leis, planos e projetos. A forma verbal 'contemplariam' surge como uma conjugação condicional, indicando uma ação hipotética ou futura.
Do latim 'contemplari', que significa 'olhar atentamente', 'observar', 'meditar'.