correspondem
Do latim 'correspondere'.
Origem
Do latim 'correspondere', significando 'responder em conjunto', 'trocar missivas', 'ser análogo'.
Mudanças de sentido
Trocar correspondência, ser análogo, estar em harmonia, satisfazer expectativas.
Manutenção dos sentidos clássicos, com ênfase em adequação técnica, científica e lógica. Ex: 'Os dados correspondem à hipótese'.
Primeiro registro
Registros em textos medievais em latim vulgar e nos primórdios do português, com o sentido de troca de missivas e analogia.
Momentos culturais
Frequente em romances epistolares, onde a troca de cartas era um elemento central da narrativa e o verbo 'correspondem' descrevia essa comunicação.
Uso em documentos oficiais, artigos científicos e técnicos, onde a precisão e a adequação são fundamentais.
Comparações culturais
Inglês: 'correspond'. Espanhol: 'corresponden'. Ambos compartilham a raiz latina e os sentidos primários de troca de comunicação e analogia. O uso em contextos técnicos é similar em todas as línguas.
Relevância atual
A palavra 'correspondem' é amplamente utilizada em contextos formais, acadêmicos e técnicos. Sua presença é constante em relatórios, análises de dados, comparações científicas e validações de informações. No cotidiano digital, aparece em sistemas de busca e em descrições de compatibilidade de produtos ou sistemas.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Século XIII - Deriva do latim 'correspondere', composto por 'con-' (junto) e 'respondere' (responder, prometer). Inicialmente, significava trocar cartas, comunicar-se à distância, ou ser proporcional/adequado. A forma 'correspondem' é a terceira pessoa do plural do presente do indicativo.
Evolução de Sentido e Uso
Idade Média - Século XIX - O verbo 'corresponder' e suas conjugações, como 'correspondem', consolidam-se no léxico português com os sentidos de 'ser análogo', 'estar em harmonia', 'corresponder a uma expectativa' e 'trocar correspondência'.
Uso Contemporâneo e Digital
Século XX - Atualidade - 'Correspondem' mantém seus sentidos originais, mas ganha novas nuances em contextos técnicos, científicos e digitais. A forma verbal é comum em descrições, comparações e validações.
Do latim 'correspondere'.