coruja-pequena

Composição de 'coruja' e 'pequena'.

Origem

Século XVI

Composto nominal formado por 'coruja' (origem incerta, possivelmente onomatopaica ou ligada ao latim 'corvus' - corvo) e 'pequena' (do latim 'parvula', diminutivo de 'parvus' - pequeno).

Mudanças de sentido

Século XVI - Atualidade

O sentido primário e descritivo de 'coruja de pequeno porte' permaneceu estável ao longo do tempo, sem grandes ressignificações ou desvios semânticos significativos.

A palavra é um exemplo de nome popular que descreve diretamente a característica física principal do animal, sem agregar conotações simbólicas complexas como a palavra 'coruja' isoladamente pode ter (sabedoria, mistério).

Primeiro registro

Séculos XVII-XVIII

Registros em obras de história natural e descrições da fauna brasileira, como as de naturalistas europeus que visitaram o Brasil colonial. A data exata do primeiro registro escrito é difícil de precisar sem acesso a um corpus histórico exaustivo, mas o uso se estabelece nesse período. (Referência: corpus_historico_natural_brasil.txt)

Momentos culturais

Séculos XIX-XX

Aparece em literatura infanto-juvenil e em guias de campo que visavam popularizar o conhecimento sobre a fauna brasileira, contribuindo para a identificação e valorização das espécies locais.

Representações

Século XX - Atualidade

Pode aparecer em documentários sobre a vida selvagem brasileira, programas educativos sobre aves e, ocasionalmente, em ilustrações de livros infantis que retratam a fauna.

Comparações culturais

Inglês: 'Little owl' (literalmente 'coruja pequena'). Espanhol: 'Búho pequeño' ou 'Lechuza pequeña' (dependendo da espécie específica e da região). Alemão: 'Zwergohreule' (coruja anã com orelhas). Francês: 'Petite chouette' ou 'Petit hibou'.

Relevância atual

Atualidade

O termo 'coruja-pequena' mantém sua relevância como designação comum para diversas espécies de corujídeos de pequeno porte no Brasil, sendo fundamental para a comunicação entre ornitólogos, conservacionistas e o público em geral interessado na biodiversidade.

Atualidade

Sua presença em plataformas digitais como Wikipedia, sites de observação de aves (eBird) e redes sociais de biologia reforça seu uso contínuo na divulgação científica e no engajamento com a conservação.

Origem e Formação do Termo

Século XVI - Formação do termo 'coruja-pequena' como um composto nominal descritivo, derivado da palavra 'coruja' (origem incerta, possivelmente onomatopaica ou ligada ao latim 'corvus' - corvo, por associação de hábitos noturnos) e do adjetivo 'pequena' (do latim 'parvula', diminutivo de 'parvus' - pequeno).

Primeiros Registros e Uso Ornitológico

Séculos XVII-XVIII - O termo começa a aparecer em registros ornitológicos e descrições da fauna brasileira, referindo-se a espécies de corujas de menor porte, distinguindo-as de outras maiores.

Popularização e Uso Geral

Séculos XIX-XX - A expressão se consolida no vocabulário popular e científico, sendo amplamente utilizada em guias de aves, estudos de campo e na linguagem cotidiana para identificar aves do gênero *Athene* ou outras de pequeno porte.

Uso Contemporâneo e Digital

Séculos XXI - O termo mantém seu uso descritivo na ornitologia e no cotidiano, com presença online em sites de pesquisa, enciclopédias digitais e discussões sobre biodiversidade.

coruja-pequena

Composição de 'coruja' e 'pequena'.

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