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corujeira

Derivado de 'coruja' + sufixo '-eira'.fonte

Origem

Século XVI/XVII

Derivação do substantivo 'coruja' (do latim 'cuculus', onomatopeia para o som da ave) com o sufixo formador de lugar '-eira'. O sufixo '-eira' é comum em português para indicar locais de plantio (laranjeira), fabricação (cervejeira) ou acúmulo (pedreira).

Mudanças de sentido

Século XVI/XVII - Atualidade

O sentido primário de 'local onde corujas fazem ninho ou se abrigam' permaneceu estável ao longo do tempo, sem grandes ressignificações ou desvios semânticos notáveis.

A palavra 'corujeira' manteve-se restrita ao seu significado literal, não adquirindo conotações figuradas ou metafóricas proeminentes na língua falada ou escrita, ao contrário de outras palavras relacionadas a animais que podem ter evoluído para termos pejorativos ou elogiosos.

Primeiro registro

Século XVIII

Registros em obras de naturalistas e descrições de fauna brasileira, como em relatos de viagens e estudos sobre a biodiversidade local. (Referência: corpus_linguistico_historico_ptbr.txt)

Momentos culturais

Século XIX

Aparece em descrições literárias e científicas que retratam a fauna brasileira, associada a ambientes naturais e à figura da coruja, frequentemente ligada à sabedoria ou ao mistério em contos e fábulas.

Comparações culturais

Inglês: 'Owl's nest' ou 'roost' para o local de descanso da coruja. Espanhol: 'Nido de búho' ou 'lechuza' para o ninho da coruja. O termo em português 'corujeira' é mais específico para o local de ninho/abrigo, enquanto em inglês e espanhol pode haver termos mais gerais para o local onde a ave pousa ou descansa.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'corujeira' é formal e dicionarizada, utilizada em contextos específicos de ornitologia, ecologia e literatura que abordam a fauna brasileira. Sua presença é mais restrita a nichos de conhecimento especializado ou descrições literárias da natureza, sem grande circulação no vocabulário cotidiano ou digital.

Origem e Entrada no Português

Século XVI/XVII — Derivação do substantivo 'coruja' (do latim 'cuculus', onomatopeia para o som da ave) com o sufixo formador de lugar '-eira'. A palavra surge para designar o local de habitação ou ninho da coruja.

Uso Histórico e Regional

Séculos XVIII-XIX — A palavra 'corujeira' é utilizada em contextos rurais e de observação da natureza, referindo-se especificamente a ninhos ou locais onde corujas se reúnem. Seu uso é mais comum em descrições de paisagens e fauna.

Uso Contemporâneo

Atualidade — A palavra 'corujeira' mantém seu sentido dicionarizado de ninho ou abrigo de coruja. É uma palavra formal, encontrada em dicionários e textos sobre ornitologia ou folclore.

corujeira

Derivado de 'coruja' + sufixo '-eira'.

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