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crina

Origem incerta, possivelmente do latim 'crinis'.fonte

Origem

Antiguidade Clássica

Do latim 'crinis', significando 'cabelo', com ênfase nos pelos longos e espessos do pescoço de animais.

Mudanças de sentido

Idade Média

Mantém o sentido primário de pelos de animais, usado em descrições e usos práticos.

Séculos XV - XIX

Ampliação para descrever cabelos humanos longos e espessos, especialmente em literatura.

O uso poético e literário contribuiu para a associação da palavra com uma certa imponência ou beleza, ligada à cabeleira farta.

Atualidade

Predominantemente para pelos de animais; uso para cabelos humanos é mais restrito a contextos específicos.

Primeiro registro

A palavra 'crina' já aparece em textos antigos do português, indicando sua presença desde os primórdios da formação da língua.

Momentos culturais

Literatura Clássica e Romântica

A palavra 'crina' é frequentemente utilizada em descrições de cavalos majestosos ou de personagens femininas com cabelos longos e exuberantes, evocando imagens de força, beleza e natureza selvagem.

Cultura Equestre

Em contextos relacionados a cavalos, a crina é um elemento central na estética e no cuidado do animal, aparecendo em diversas obras e discussões sobre equinocultura.

Comparações culturais

Inglês: 'mane' (principalmente para cavalos e leões), 'hair' (para humanos). Espanhol: 'crin' (para cavalos), 'cabello' ou 'pelo' (para humanos). A raiz latina é compartilhada, mas o uso específico pode variar, com 'crin' em espanhol sendo um cognato direto e 'mane' em inglês tendo uma origem germânica.

Relevância atual

A palavra 'crina' mantém sua relevância em contextos zootécnicos, veterinários e em descrições literárias ou artísticas que buscam evocar a imagem de animais ou de cabelos com características específicas de volume e textura. É uma palavra formal e dicionarizada, sem gírias ou usos informais proeminentes.

Origem Etimológica Latina

A palavra 'crina' tem origem no latim 'crinis', que significa 'cabelo', especialmente o cabelo longo e espesso do pescoço de animais como cavalos.

Entrada no Português e Uso Medieval

A palavra 'crina' foi incorporada ao vocabulário do português em seus primórdios, mantendo o sentido original de pelos longos e grossos do pescoço de animais. Era utilizada em contextos descritivos e práticos, como na fabricação de cordas ou adornos.

Evolução e Ampliação de Sentido

Ao longo dos séculos, 'crina' manteve seu sentido primário, mas também passou a ser usada metaforicamente para descrever cabelos humanos longos e espessos, especialmente em contextos literários e poéticos. A palavra é formal e dicionarizada.

Uso Contemporâneo

Atualmente, 'crina' é utilizada predominantemente para se referir aos pelos do pescoço de equinos e outros animais. O uso para cabelos humanos é menos comum, mas ainda presente em contextos literários ou para enfatizar a espessura e comprimento dos cabelos.

crina

Origem incerta, possivelmente do latim 'crinis'.

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