crina
Origem incerta, possivelmente do latim 'crinis'.↗ fonte
Origem
Do latim 'crinis', significando 'cabelo', com ênfase nos pelos longos e espessos do pescoço de animais.
Mudanças de sentido
Mantém o sentido primário de pelos de animais, usado em descrições e usos práticos.
Ampliação para descrever cabelos humanos longos e espessos, especialmente em literatura.
O uso poético e literário contribuiu para a associação da palavra com uma certa imponência ou beleza, ligada à cabeleira farta.
Predominantemente para pelos de animais; uso para cabelos humanos é mais restrito a contextos específicos.
Primeiro registro
A palavra 'crina' já aparece em textos antigos do português, indicando sua presença desde os primórdios da formação da língua.
Momentos culturais
A palavra 'crina' é frequentemente utilizada em descrições de cavalos majestosos ou de personagens femininas com cabelos longos e exuberantes, evocando imagens de força, beleza e natureza selvagem.
Em contextos relacionados a cavalos, a crina é um elemento central na estética e no cuidado do animal, aparecendo em diversas obras e discussões sobre equinocultura.
Comparações culturais
Inglês: 'mane' (principalmente para cavalos e leões), 'hair' (para humanos). Espanhol: 'crin' (para cavalos), 'cabello' ou 'pelo' (para humanos). A raiz latina é compartilhada, mas o uso específico pode variar, com 'crin' em espanhol sendo um cognato direto e 'mane' em inglês tendo uma origem germânica.
Relevância atual
A palavra 'crina' mantém sua relevância em contextos zootécnicos, veterinários e em descrições literárias ou artísticas que buscam evocar a imagem de animais ou de cabelos com características específicas de volume e textura. É uma palavra formal e dicionarizada, sem gírias ou usos informais proeminentes.
Origem Etimológica Latina
A palavra 'crina' tem origem no latim 'crinis', que significa 'cabelo', especialmente o cabelo longo e espesso do pescoço de animais como cavalos.
Entrada no Português e Uso Medieval
A palavra 'crina' foi incorporada ao vocabulário do português em seus primórdios, mantendo o sentido original de pelos longos e grossos do pescoço de animais. Era utilizada em contextos descritivos e práticos, como na fabricação de cordas ou adornos.
Evolução e Ampliação de Sentido
Ao longo dos séculos, 'crina' manteve seu sentido primário, mas também passou a ser usada metaforicamente para descrever cabelos humanos longos e espessos, especialmente em contextos literários e poéticos. A palavra é formal e dicionarizada.
Uso Contemporâneo
Atualmente, 'crina' é utilizada predominantemente para se referir aos pelos do pescoço de equinos e outros animais. O uso para cabelos humanos é menos comum, mas ainda presente em contextos literários ou para enfatizar a espessura e comprimento dos cabelos.
Origem incerta, possivelmente do latim 'crinis'.