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cumarina

Do tupi 'cumarú', nome de uma árvore (Dipteryx odorata) cujas sementes contêm a substância.fonte

Origem

Século XIX

Deriva do nome da planta "cumaru" (Dipteryx odorata), de origem tupi ('cumarú'), com a adição do sufixo químico '-ina'.

Mudanças de sentido

Início do Século XIX

Identificada como um composto químico com aroma característico.

Século XX

Reconhecida por suas propriedades farmacológicas (anticoagulante), além de seu uso como aromatizante.

Atualidade

A palavra 'cumarina' refere-se tanto ao composto químico quanto às suas aplicações e regulamentações, com ênfase em segurança e uso controlado.

O debate sobre a segurança da cumarina em alimentos e cosméticos moldou seu uso e percepção, levando a regulamentações específicas em diferentes jurisdições.

Primeiro registro

1820

Isolamento e descrição inicial do composto por Pelletier e Caventou, marcando o primeiro registro científico da cumarina.

Momentos culturais

Século XIX

A popularização do aroma de cumarina em perfumes e tabacos, associado a um cheiro agradável e nostálgico.

Meados do Século XX

O desenvolvimento de derivados da cumarina como anticoagulantes (ex: varfarina) teve impacto significativo na medicina.

Comparações culturais

Inglês: 'coumarin', com o mesmo significado químico e de aromatizante. Espanhol: 'cumarina', idêntico ao português. Francês: 'coumarine', também mantendo o termo químico. Alemão: 'Cumarin', seguindo a nomenclatura química internacional.

Relevância atual

A cumarina continua sendo um composto de interesse na química, farmacologia e indústria de fragrâncias. Sua regulamentação como aditivo alimentar e aromatizante é um tópico de discussão contínua em órgãos de saúde globais.

Origem Etimológica

A palavra 'cumarina' tem origem no nome da planta "cumaru" (Dipteryx odorata), de onde foi primeiramente isolada. O nome 'cumaru' por sua vez deriva do tupi 'cumarú'. A terminação '-ina' é comum na química para indicar substâncias orgânicas.

Isolamento e Identificação

A cumarina foi isolada pela primeira vez em 1820 por Pelletier e Caventou a partir das sementes do cumaru. Sua estrutura química foi elucidada posteriormente, estabelecendo-a como um composto orgânico com propriedades aromáticas distintas.

Uso e Regulamentação

Inicialmente utilizada como aromatizante em perfumes e alimentos devido ao seu aroma doce e de feno recém-cortado. Posteriormente, suas propriedades anticoagulantes foram descobertas, levando ao seu uso em medicamentos. Preocupações com toxicidade levaram a restrições em seu uso alimentar em muitos países.

cumarina

Do tupi 'cumarú', nome de uma árvore (Dipteryx odorata) cujas sementes contêm a substância.

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