Palavras

custodiar

Derivado de 'custódia' + sufixo verbal '-iar'.

Origem

Latim

Do latim 'custodia', significando guarda, vigilância, proteção. A forma verbal 'custodiar' é uma derivação direta para a ação.

Mudanças de sentido

Séculos XVI - XIX

Principalmente 'guardar', 'vigiar', 'proteger' em sentido estrito, aplicado a bens, pessoas sob custódia legal, ou locais importantes.

Século XX - Atualidade

Mantém o sentido original, mas com aplicação ampliada para segurança de informações, dados digitais e vigilância em geral. O sentido de 'manter sob guarda' é central.

A palavra 'custodiar' é formal e dicionarizada, indicando um uso estabelecido e sem grandes ressignificações populares, mas com adaptação a novos domínios como a segurança cibernética.

Primeiro registro

Século XV/XVI

A forma verbal 'custodiar' começa a aparecer em textos em português a partir deste período, consolidando-se gradualmente.

Momentos culturais

Séculos XVI - XIX

Presente em documentos legais, relatos históricos e literatura que descrevem prisões, guardas de tesouros ou proteção de figuras importantes.

Atualidade

Aparece em notícias sobre segurança pública, processos judiciais (custódia de bens, de crianças), e discussões sobre proteção de dados e privacidade online.

Comparações culturais

Inglês: 'to guard', 'to keep', 'to hold in custody'. Espanhol: 'custodiar', 'guardar', 'vigilar'. O conceito de 'custódia' é amplamente compartilhado nas línguas românicas e germânicas, com variações no uso específico do verbo.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'custodiar' mantém sua relevância em contextos formais, especialmente no âmbito jurídico, de segurança e administrativo. Sua presença é constante em debates sobre a proteção de informações e bens, refletindo a necessidade contínua de vigilância e guarda em diversas esferas da sociedade.

Origem Etimológica e Entrada no Português

Século XV/XVI — Derivado do latim 'custodia', que significa guarda, vigilância, proteção. A forma verbal 'custodiar' surge como uma evolução natural para expressar a ação de guardar.

Uso Formal e Jurídico

Séculos XVI a XIX — Predominantemente utilizado em contextos formais, legais e administrativos, referindo-se à guarda de bens, pessoas ou informações importantes. O termo 'custódia' (substantivo) também se consolida nesse período.

Uso Contemporâneo e Ampliação de Sentido

Século XX e Atualidade — Mantém o uso formal, mas expande-se para contextos mais gerais de vigilância e proteção, incluindo a proteção de dados e a segurança digital. A palavra é formal/dicionarizada, como indicado no contexto RAG.

custodiar

Derivado de 'custódia' + sufixo verbal '-iar'.

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