denegar
Do latim 'denegare'.
Origem
Do latim 'denegare', que significa negar, recusar, não conceder. Deriva de 'de-' (negação) + 'negare' (negar).
Mudanças de sentido
O sentido fundamental de negar, recusar, não conceder permaneceu estável ao longo do tempo. A palavra é formal e raramente sofre ressignificações populares.
Embora o sentido central seja estável, o contexto de uso pode variar. Em textos jurídicos, 'denegar' pode se referir à recusa de um pedido, de um direito ou de uma petição. Em contextos administrativos, pode ser a recusa de uma licença ou autorização. A formalidade da palavra a distancia de usos informais ou gírias.
Primeiro registro
Registros em textos jurídicos e administrativos medievais em português.
Momentos culturais
Presente em documentos históricos, leis, processos judiciais e literatura formal, onde a negação de algo é expressa de maneira enfática e oficial.
Comparações culturais
Inglês: 'to deny', 'to refuse'. Espanhol: 'denegar', 'negar'. Francês: 'nier', 'refuser'. Italiano: 'negare', 'rifiutare'. O sentido de negação formal é compartilhado entre as línguas românicas e o inglês.
Relevância atual
A palavra 'denegar' mantém sua relevância em contextos formais, especialmente no âmbito jurídico e administrativo. É um termo técnico que denota uma recusa oficial e fundamentada, contrastando com formas mais informais de negação.
Origem Etimológica
Origem no latim 'denegare', composto por 'de-' (negação, afastamento) e 'negare' (negar, dizer não). A raiz remonta ao indo-europeu *ne-k-ro-, significando 'não crescer' ou 'não alcançar'.
Entrada e Evolução no Português
O verbo 'denegar' entra na língua portuguesa através do latim vulgar, mantendo seu sentido original de negar, recusar, não conceder. Sua presença é atestada em textos medievais e se consolida ao longo dos séculos.
Uso Contemporâneo
Mantém o sentido de negar, recusar, especialmente em contextos formais, jurídicos e administrativos. É uma palavra dicionarizada e de uso corrente na linguagem formal.
Do latim 'denegare'.