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entrar-em-acordo

Formado pela locução verbal 'entrar' + preposição 'em' + substantivo 'acordo'.

Origem

Século XVI

Deriva da junção do verbo 'entrar' (latim 'intrare') com a preposição 'em' e o substantivo 'acordo' (latim 'accordare', concordar). A formação é analítica, descrevendo o ato de chegar a um estado de concordância.

Mudanças de sentido

Século XVI

Sentido primário de alcançar um estado de concordância ou harmonia após um desacordo.

Séculos XVII-XIX

Ampliação para contextos formais como tratados, leis e contratos, além de entendimentos pessoais.

Séculos XX-XXI

Incorpora a ideia de negociação, concessão mútua e a busca por soluções que satisfaçam partes divergentes. Pode implicar um processo mais complexo do que um simples consentimento.

Em contextos modernos, 'entrar em acordo' pode envolver longas negociações, mediação e a necessidade de ceder em alguns pontos para alcançar um objetivo comum, especialmente em negociações comerciais e políticas.

Primeiro registro

Século XVI

Registros em documentos legais e literários da época indicam o uso da expressão com seu sentido original de alcançar um consenso. (Referência: corpus_literario_seculo_XVI.txt)

Momentos culturais

Século XIX

Frequentemente presente em narrativas literárias que retratam negociações e conflitos familiares ou sociais, como em romances de Machado de Assis. (Referência: corpus_literario_machado_assis.txt)

Século XX

Tornou-se um termo chave em debates políticos e econômicos, aparecendo em discursos de líderes e na cobertura jornalística de eventos importantes.

Atualidade

Presente em debates sobre acordos de paz, negociações trabalhistas e até em discussões sobre relacionamentos interpessoais em programas de TV e podcasts.

Conflitos sociais

Século XX

A dificuldade em 'entrar em acordo' foi um fator recorrente em greves e movimentos sociais, evidenciando a tensão entre classes trabalhadoras e empregadoras.

Atualidade

A polarização política no Brasil contemporâneo frequentemente é marcada pela incapacidade ou relutância das partes em 'entrar em acordo', gerando impasses e instabilidade.

Vida emocional

Século XVI

Associada à resolução de tensões e ao alívio de conflitos.

Séculos XX-XXI

Carrega um peso de negociação, às vezes vista como um processo árduo, mas necessário. Pode evocar sentimentos de satisfação ao ser alcançado, ou frustração quando não se concretiza.

Vida digital

Atualidade

Termo comum em artigos de autoajuda e negócios sobre negociação e resolução de conflitos. Aparece em discussões online sobre temas políticos e sociais. (Referência: corpus_internet_linguagem.txt)

Atualidade

Utilizada em memes e posts de redes sociais para comentar situações de impasse ou de sucesso em negociações informais.

Representações

Século XX

Cenas de negociação e 'acordos' são recorrentes em novelas brasileiras, retratando conflitos familiares, empresariais e sociais que culminam em um entendimento.

Atualidade

Documentários e programas de notícias frequentemente abordam a dificuldade ou o sucesso em 'entrar em acordo' em cenários políticos e sociais complexos.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'to reach an agreement', 'to come to terms'. Espanhol: 'llegar a un acuerdo', 'ponerse de acuerdo'. Ambas as línguas possuem expressões equivalentes que descrevem o ato de alcançar um consenso, com nuances similares de negociação e entendimento mútuo.

Relevância atual

Atualidade

A expressão 'entrar em acordo' permanece fundamental no vocabulário brasileiro para descrever a resolução de divergências em todos os âmbitos, desde o pessoal ao político e econômico. Sua aplicação é constante em notícias, debates e na vida cotidiana, refletindo a necessidade humana de encontrar pontos em comum.

Origem e Formação

Século XVI - Formação a partir da junção do verbo 'entrar' (do latim 'intrare', mover-se para dentro) com a preposição 'em' e o substantivo 'acordo' (do latim 'accordare', concordar, harmonizar). A expressão surge como uma forma verbalizada de um estado de concordância.

Consolidação e Uso

Séculos XVII-XIX - A expressão se consolida no vocabulário formal e informal, sendo utilizada em contextos jurídicos, diplomáticos e cotidianos para descrever a resolução de disputas ou a obtenção de um consenso.

Modernidade e Diversificação

Séculos XX-XXI - O uso se diversifica, abrangendo negociações comerciais, acordos políticos, e até mesmo entendimentos informais entre indivíduos. A expressão ganha nuances de negociação e compromisso.

Atualidade e Digitalização

Atualidade - A expressão mantém sua relevância em todos os níveis da sociedade, com forte presença em notícias, debates políticos e discussões sobre resolução de conflitos. No ambiente digital, aparece em fóruns, redes sociais e artigos sobre negociação e mediação.

entrar-em-acordo

Formado pela locução verbal 'entrar' + preposição 'em' + substantivo 'acordo'.

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