rogador
Derivado do verbo 'rogar' + sufixo '-dor'.
Origem
Deriva do latim 'rogator', que por sua vez vem do verbo 'rogare', significando pedir, rogar, suplicar.
Mudanças de sentido
Sentido primário de 'aquele que pede', 'suplicante', 'pedinte'.
O sentido formal de 'rogador' se mantém, mas seu uso é restrito a contextos específicos, sendo menos comum no discurso informal.
A palavra 'rogador' é identificada como uma palavra formal/dicionarizada no contexto RAG, indicando sua manutenção em registros mais cultos e técnicos da língua.
Primeiro registro
Registros em textos medievais portugueses, frequentemente em contextos religiosos e jurídicos, atestando seu uso desde os primórdios da língua.
Momentos culturais
Presença em textos religiosos, como súplicas a santos ou a Deus, e em documentos legais que envolviam petições formais.
Utilizada em obras literárias para caracterizar personagens em situações de súplica ou dependência.
Comparações culturais
Inglês: 'supplicant', 'petitioner', 'beggar' (dependendo do contexto). Espanhol: 'rogador', 'suplicante', 'peticionario'. O conceito de 'aquele que roga' é universal, mas a forma específica 'rogador' é mais ligada às línguas românicas.
Relevância atual
A palavra 'rogador' mantém sua relevância em nichos específicos como o jurídico e o religioso. Em conversas informais, seu uso é raro, sendo substituída por termos mais correntes. Sua presença é mais forte em textos formais e literários.
Origem Latina e Entrada no Português
Século XIII - Derivado do latim 'rogator', significando 'aquele que pede' ou 'suplicante'. A palavra se estabelece no vocabulário português com este sentido fundamental.
Uso Medieval e Moderno
Idade Média ao século XIX - 'Rogador' é utilizado em contextos religiosos e legais para designar quem faz um pedido formal ou súplica. Mantém seu sentido dicionarizado de 'aquele que roga'.
Uso Contemporâneo
Século XX e Atualidade - A palavra 'rogador' mantém seu significado formal, sendo encontrada em textos jurídicos, religiosos e literários. Sua frequência de uso em conversas cotidianas é baixa, sendo substituída por sinônimos mais comuns como 'pedinte' ou 'suplicante'.
Derivado do verbo 'rogar' + sufixo '-dor'.