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clorpromazina

Significado de clorpromazina

substantivo

Significados de clorpromazina

  1. substantivo feminino

    Fármaco antipsicótico típico, comumente prescrito para o manejo de sintomas de esquizofrenia, transtorno bipolar e outras condições psiquiátricas. Possui também propriedades sedativas e antieméticas.

    "A clorpromazina foi um dos primeiros antipsicóticos eficazes introduzidos na prática clínica."

    Nota: Usado principalmente em contextos médicos e farmacêuticos.

  2. substantivo feminino

    Nome genérico para o composto químico 2-cloro-10-(3-(dimetilamino)propil)fenotiazina, utilizado como base para a formulação de medicamentos.

    "A síntese da clorpromazina envolve reações complexas de química orgânica."

    Nota: Termo utilizado em química e farmacologia.

💡 Termo técnico amplamente utilizado na medicina e farmacologia. Sua pronúncia e escrita são padronizadas.

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Origem da palavra clorpromazina

Do grego 'chloros' (verde-amarelado) e 'phaino' (aparecer), com o sufixo '-azina' indicando uma classe de compostos orgânicos, e o termo 'propa(nol)' relacionado à sua estrutura química. A junção forma o nome do composto químico.↗ fonte

Linha do tempo de clorpromazina

Uma visão resumida de como esta palavra transita pela História: origem, uso histórico e vida contemporânea.

Século XXOrigem

O nome 'clorpromazina' é um termo técnico derivado de sua estrutura química, combinando 'cloro' (referente ao átomo de cloro em sua molécula) e 'promazina' (o núcleo fenotiazínico ao qual está ligada).

Primeiro Registro

1950Registro

O registro da clorpromazina como medicamento ocorre em meados da década de 1950, com sua introdução clínica após pesquisas farmacológicas.

Anos 1960-1990Hoje

Segunda Metade do Século XX: Consolidação e Debate

O uso da clorpromazina se consolida na prática psiquiátrica, mas também gera debates sobre seus efeitos colaterais e o modelo de tratamento psiquiátrico.

clorpromazina

Medicamento antipsicótico da classe das fenotiazinas, usado no tratamento de transtornos psicóticos, como esquizofrenia, e também como sedativo.

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