galicanismo
Significado de galicanismo
Movimento ou doutrina que defendia a autonomia da Igreja Católica na França em relação à autoridade papal.
Significados de galicanismo
substantivo masculino
Doutrina e prática que afirmava a independência da Igreja na França em relação ao Papa, especialmente em assuntos temporais e na nomeação de bispos.
"O galicanismo foi um fator importante nas relações entre a Igreja e o Estado francês."
Formal:
Nota: Termo de uso histórico e teológico.
substantivo masculino
Tendência ou influência francesa em costumes, língua ou cultura.
"O galicanismo cultural se manifestava na moda e na literatura da época."
Formal:
Neutro:
Nota: Menos comum que a acepção teológica/política.
💡 Termo com conotação histórica e política, ligado à Igreja Católica e à França.
Origem da palavra galicanismo
Linha do tempo de galicanismo
Uma visão resumida de como esta palavra transita pela História: origem, uso histórico e vida contemporânea.
Origem Etimológica
Século XVII — Deriva do francês 'gallicanisme', termo cunhado para descrever o movimento e as doutrinas que buscavam afirmar a autonomia da Igreja Católica na França em relação à autoridade papal, enfatizando as liberdades da Igreja Galicana.
Origem
Do francês 'gallicanisme', que por sua vez se origina de 'Gália' (nome romano para a França), referindo-se às doutrinas e práticas que defendiam a independência da Igreja na França do poder papal.
Entrada e Uso na Língua Portuguesa
Século XIX — O termo 'galicanismo' entra no vocabulário português, principalmente em discussões teológicas, políticas e históricas, refletindo o impacto das ideias francesas e dos debates sobre a relação entre Igreja e Estado. O contexto RAG indica que a palavra é formal/dicionarizada.
Uso Contemporâneo
Atualidade — O termo 'galicanismo' é utilizado em contextos acadêmicos, históricos e teológicos para se referir especificamente ao movimento histórico na França. Seu uso fora desse contexto específico é raro, mantendo sua conotação formal e especializada.
Movimento ou doutrina que defendia a autonomia da Igreja Católica na França em relação à autoridade papal.