admitirem
Do latim 'admittere'.
Origem
Do verbo latino 'admittere', composto por 'ad' (a, para) e 'mittere' (enviar, deixar ir, permitir). O sentido original é 'deixar entrar', 'permitir'.
Mudanças de sentido
Sentido primário de 'permitir a entrada', 'aceitar', 'receber'.
Mantém o sentido de 'conceder permissão', 'aceitar como verdadeiro', 'reconhecer', 'dar acesso'.
O sentido permanece estável em contextos formais, sem grandes ressignificações populares ou gírias associadas à forma verbal 'admitirem'.
A forma verbal 'admitirem' é menos suscetível a mudanças de sentido populares em comparação com substantivos ou verbos de uso mais frequente no cotidiano informal. Sua estabilidade semântica reflete seu uso em esferas mais controladas da linguagem.
Primeiro registro
Registros da formação do português a partir do latim vulgar, com a forma verbal aparecendo em textos jurídicos e administrativos medievais.
Momentos culturais
Presente em documentos oficiais, leis e registros históricos que narram a colonização e a formação do Brasil, onde a permissão e a aceitação de novas ordens eram centrais.
Utilizada em debates políticos e jurídicos sobre direitos e cidadania, onde a questão de 'admitirem' ou não certos grupos ou ideias era crucial.
Conflitos sociais
A negação ou concessão de direitos e liberdades, ou a 'admissão' de pessoas em determinados espaços sociais, era um ponto central de conflito.
A questão de 'admitirem' a igualdade de gênero, raça ou orientação sexual esteve presente em debates e legislações.
Vida emocional
Associada a sentimentos de permissividade, aceitação, mas também, em contextos de negação, a frustração e exclusão. O peso emocional reside mais no ato de admitir ou não admitir do que na palavra em si.
Vida digital
Presença em fóruns de discussão jurídica, acadêmica e em documentos digitalizados. Menos comum em memes ou viralizações, dada sua natureza formal.
Representações
Pode aparecer em diálogos que retratam situações formais, como a aceitação de um noivado, a permissão para entrar em um local restrito ou a admissão de um crime em contextos dramáticos.
Comparações culturais
Inglês: 'to admit' (permitir, confessar, aceitar). Espanhol: 'admitir' (permitir, confessar, aceitar). O uso e a etimologia são muito similares nas línguas românicas e no inglês, refletindo uma raiz latina comum e conceitos universais de permissão e aceitação.
Relevância atual
A forma 'admitirem' mantém sua relevância em contextos formais e técnicos da língua portuguesa brasileira, sendo essencial para a precisão em documentos legais, acadêmicos e administrativos. Sua estabilidade semântica a mantém como um termo confiável em situações que exigem clareza e formalidade.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Deriva do latim 'admittere', que significa 'permitir a entrada', 'aceitar', 'receber'. A forma 'admitirem' é a terceira pessoa do plural do futuro do subjuntivo ou do infinitivo pessoal, indicando uma ação futura ou hipotética de permitir ou aceitar. Sua entrada no português se deu com a própria formação da língua a partir do latim vulgar.
Uso Formal e Dicionarizado
Ao longo dos séculos, 'admitirem' manteve seu uso formal em contextos jurídicos, administrativos e literários, referindo-se à concessão de permissão, aceitação de fatos ou entrada em locais ou posições. A palavra é formal/dicionarizada, como indicado no contexto RAG.
Uso Contemporâneo e Digital
No português brasileiro contemporâneo, 'admitirem' continua sendo utilizada em sua acepção formal, especialmente em documentos oficiais, contratos e discursos que exigem precisão e formalidade. Sua presença digital é mais restrita a contextos formais de busca e documentação.
Do latim 'admittere'.