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agir-com-retidao

Combinação do verbo 'agir' com a locução prepositiva 'com retidão'.

Origem

Latim

Deriva de 'rectitudo' (qualidade de ser reto, correção, honestidade) e 'agere' (fazer, mover).

Mudanças de sentido

Idade Média

Ênfase na integridade moral e conformidade com preceitos religiosos.

Período Colonial e Imperial

Uso em contextos formais para descrever conduta esperada em sociedade e no serviço público.

Século XX e Atualidade

Mantém o sentido de honestidade, mas ganha relevância em debates sobre ética pública e privada, e combate à corrupção.

Primeiro registro

Século XIII

Registros em textos religiosos e jurídicos medievais em latim vulgar e línguas românicas, com a ideia de 'agir corretamente' já presente.

Século XVI

Primeiros registros em português com a estrutura 'agir com retidão' em documentos da época colonial brasileira.

Momentos culturais

Século XIX

Presente em discursos abolicionistas e republicanos como um ideal de conduta para a nova nação.

Século XX

Utilizado em campanhas de moralização e em literatura que retrata a sociedade brasileira.

Atualidade

Frequente em discursos políticos e jornalísticos sobre ética na administração pública e privada.

Conflitos sociais

Século XX - Atualidade

A expressão é frequentemente evocada em oposição a escândalos de corrupção, desvio de verbas e práticas antiéticas, gerando debates sobre a hipocrisia e a dificuldade de se 'agir com retidão' em certos ambientes.

Vida emocional

Contemporaneidade

Associada a sentimentos de admiração por indivíduos íntegros, mas também a frustração e cinismo diante da percepção de corrupção generalizada. Carrega um peso de ideal moral.

Vida digital

Atualidade

A expressão é usada em artigos de opinião, posts em redes sociais e debates online sobre ética e política. Raramente aparece em memes, mas é comum em hashtags relacionadas a integridade e justiça.

Representações

Novelas e Filmes

Personagens que 'agem com retidão' são frequentemente retratados como heróis morais, às vezes ingênuos, em contraste com personagens corruptos ou ambíguos.

Comparações culturais

Geral

Inglês: 'to act with integrity', 'to act with uprightness'. Espanhol: 'actuar con rectitud', 'actuar con integridad'. Francês: 'agir avec droiture', 'agir avec intégrité'. Alemão: 'mit Rechtschaffenheit handeln', 'aufrichtig handeln'.

Relevância atual

Atualidade

A expressão 'agir com retidão' mantém sua força como um ideal ético e moral, sendo um pilar em discussões sobre boa governança, justiça social e integridade pessoal e profissional no Brasil.

Origem Latina e Formação

Século XII-XIII — O termo 'retidão' deriva do latim 'rectitudo', que significa 'qualidade de ser reto', 'correção', 'honestidade'. A expressão 'agir com retidão' surge como uma construção para descrever um comportamento moralmente correto, influenciada pela moral cristã medieval que valorizava a integridade e a retidão de caráter. O verbo 'agir' tem origem no latim 'agere', que significa 'fazer', 'mover', 'conduzir'.

Consolidação e Uso Formal

Período Colonial e Imperial (Séculos XVI-XIX) — A expressão 'agir com retidão' é utilizada em contextos formais, jurídicos e religiosos para descrever condutas esperadas de cidadãos, funcionários públicos e fiéis. Aparece em documentos oficiais, sermões e textos literários que abordam moralidade e ética. A ênfase recai na conformidade com as normas sociais e religiosas vigentes.

Modernidade e Contemporaneidade

Século XX e Atualidade — A expressão mantém seu sentido original de agir com honestidade e integridade, mas ganha nuances em debates sobre ética empresarial, política e responsabilidade social. No Brasil contemporâneo, 'agir com retidão' é frequentemente associado à luta contra a corrupção e à busca por transparência. A expressão é usada em discursos cívicos e morais, contrastando com práticas de desonestidade.

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Combinação do verbo 'agir' com a locução prepositiva 'com retidão'.

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