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analisar-em-corte

Combinação do verbo 'analisar' com a locução prepositiva 'em corte'.

Origem

Século XIX

Tradução direta do inglês 'cross-section', que se refere a uma seção transversal ou corte. A raiz latina 'sectio' (corte) e 'trans' (através) fundamentam o termo em inglês.

Mudanças de sentido

Século XIX - XX

Sentido estritamente técnico e literal: exame de uma estrutura após um corte físico.

Final do Século XX - Atualidade

Expansão para o sentido metafórico: exame aprofundado e detalhado de um tema, problema ou indivíduo, como se estivesse 'cortando' para ver o interior.

Em contextos de negócios, pode significar uma análise detalhada de um mercado ou empresa. Em psicologia, pode se referir a uma introspecção profunda. Em análise de dados, a visualização de dados em fatias ou segmentos específicos.

Primeiro registro

Século XIX

Primeiros registros em publicações científicas e técnicas brasileiras, traduzindo o conceito já estabelecido em línguas europeias, especialmente o inglês. Dificilmente há um único 'primeiro registro', mas sim uma adoção gradual em diversas áreas.

Momentos culturais

Século XX

A popularização de exames médicos como raio-X e tomografia computadorizada, que realizam 'análises em corte' do corpo humano, contribui para a familiaridade do público com o conceito, mesmo que de forma indireta.

Século XXI

O uso do termo em documentários e reportagens investigativas, onde se busca 'analisar em corte' um evento histórico, social ou político para revelar suas causas e consequências profundas.

Vida digital

Atualidade

Termo frequentemente utilizado em artigos acadêmicos online, relatórios técnicos e discussões em fóruns especializados. Buscas por 'análise em corte' ou 'cross-section analysis' são comuns em contextos de pesquisa e aprendizado.

Atualidade

Pode aparecer em discussões sobre visualização de dados (data visualization) e em ferramentas de análise de software, onde 'cortes' em conjuntos de dados são comuns.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'cross-section' ou 'cross-sectional analysis'. Espanhol: 'sección transversal' ou 'análisis transversal'. Francês: 'coupe transversale' ou 'analyse en coupe'. Alemão: 'Querschnitt' ou 'Querschnittsanalyse'. O conceito é universal nas ciências e técnicas, com variações terminológicas.

Relevância atual

Atualidade

A 'análise em corte' permanece fundamental em diversas disciplinas científicas e de engenharia. Seu uso metafórico se expande, refletindo a necessidade humana de compreender a complexidade através de exames detalhados e profundos. Em um mundo de dados massivos, a capacidade de 'cortar' e examinar partes específicas é mais crucial do que nunca.

Origem do Conceito e Termo

Século XIX - O conceito de 'análise em corte' (cross-section analysis) ganha força com o avanço da anatomia, geologia e engenharia. O termo em português se consolida como tradução direta do inglês 'cross-section'.

Consolidação Científica e Técnica

Século XX - A expressão 'análise em corte' se estabelece firmemente nos meios acadêmicos e profissionais, especialmente em áreas como medicina (anatomia patológica, radiologia), engenharia civil (análise de solos, estruturas) e geologia (perfis geológicos).

Expansão e Uso Metafórico

Final do Século XX e Início do Século XXI - O termo começa a ser utilizado metaforicamente em outras áreas, como análise de dados, estudos sociais e até mesmo em contextos de autoconhecimento, referindo-se a um exame profundo e detalhado de uma situação ou indivíduo.

Atualidade e Digitalização

Atualidade - A 'análise em corte' é amplamente utilizada em seu sentido técnico e também metafórico. A digitalização e o Big Data impulsionam novas formas de análise em corte, tanto em dados físicos quanto virtuais. O termo aparece em discussões sobre privacidade e vigilância.

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Combinação do verbo 'analisar' com a locução prepositiva 'em corte'.

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