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antocianina

Do grego 'anthos' (flor) e 'kyanos' (azul escuro).

Origem

Século XIX

Do grego 'anthos' (flor) e 'kyanos' (azul escuro). A etimologia reflete a observação inicial de que esses pigmentos eram responsáveis por cores vibrantes em flores e frutos, com uma ênfase inicial nas tonalidades azuis e roxas.

Primeiro registro

Final do século XIX

Provavelmente em publicações científicas e acadêmicas brasileiras voltadas para a botânica e química, importando o termo da nomenclatura internacional. (Referência: Corpus de Terminologia Científica Brasileira - Botânica/Química)

Comparações culturais

Inglês: 'Anthocyanin' - termo idêntico, com a mesma origem grega e uso científico global. Espanhol: 'Antocianina' - grafia e etimologia idênticas, refletindo a influência científica internacional. Francês: 'Anthocyane' - variação na terminação, mas com a mesma raiz etimológica e campo de uso.

Relevância atual

Atualidade

A antocianina é um composto de grande interesse na área da saúde devido às suas propriedades antioxidantes. É estudada em alimentos como açaí, mirtilo, uva e repolho roxo, sendo um termo comum em discussões sobre nutrição funcional, dietas saudáveis e desenvolvimento de corantes naturais para a indústria alimentícia e cosmética. (Referência: Palavra formal/dicionarizada)

Origem Etimológica

Século XIX — do grego 'anthos' (flor) e 'kyanos' (azul escuro), referindo-se à cor azulada de certos pigmentos vegetais.

Entrada e Uso Inicial no Português

Final do século XIX/Início do século XX — A palavra entra no vocabulário científico e botânico brasileiro, possivelmente através de publicações acadêmicas e traduções de obras estrangeiras sobre química e botânica.

Uso Contemporâneo

Atualidade — Termo consolidado na botânica, química de alimentos, nutrição e na indústria cosmética e farmacêutica. É amplamente utilizado em pesquisas sobre saúde, antioxidantes e corantes naturais.

antocianina

Do grego 'anthos' (flor) e 'kyanos' (azul escuro).

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