assassinato

Do latim 'assassinare'.

Origem

Século XIII

Do árabe 'hashishin', nome de uma seita Nizari. O termo foi deturpado na Europa medieval para designar assassinos, associados ao uso de ópio ('hashish'). A palavra chegou ao português via italiano 'assassinio' ou francês 'assassinat'.

Mudanças de sentido

Idade Média

Originalmente associado aos membros da seita Nizari e suas supostas práticas. O sentido evoluiu para 'homicídio cometido por um assassino'.

Século XIX - Atualidade

Consolidou-se como termo jurídico e jornalístico para 'homicídio qualificado', com ênfase na intencionalidade e nas circunstâncias agravantes. O sentido original ligado à seita desapareceu do uso comum.

A palavra 'assassinato' no português moderno refere-se estritamente ao ato de matar uma pessoa de forma premeditada ou com qualificadoras específicas, como motivo torpe, emprego de veneno, fogo, explosivo, tortura ou outro meio cruel, ou para assegurar a execução, ocultação, impunidade ou vantagem de outro crime. O sentido etimológico ligado ao 'hashishin' é puramente histórico e não afeta o uso contemporâneo.

Primeiro registro

Século XV

Registros em textos portugueses da época já utilizam o termo com o sentido de homicídio qualificado, refletindo a influência do vocabulário europeu.

Momentos culturais

Século XX

Frequente em romances policiais, filmes de gângster e notícias sobre crimes de grande repercussão, moldando a percepção pública da palavra.

Atualidade

Continua sendo um termo central em debates sobre segurança pública, justiça criminal e em narrativas de ficção.

Conflitos sociais

Século XX - Atualidade

A palavra 'assassinato' é frequentemente utilizada em contextos de violência urbana, crimes passionais, execuções políticas e disputas territoriais, refletindo tensões sociais e a busca por justiça.

Vida emocional

Atualidade

Carrega um peso semântico de horror, tragédia e injustiça. É associada a sentimentos de medo, revolta e luto.

Vida digital

Atualidade

Termo recorrente em notícias online, artigos de opinião e discussões em redes sociais sobre crimes e segurança. Utilizado em hashtags relacionadas a casos notórios e debates sobre justiça.

Representações

Século XX - Atualidade

Presente em inúmeros filmes, séries de TV (como 'CSI', 'Law & Order'), novelas e livros, onde o 'assassinato' é frequentemente o ponto central da trama, explorando mistério, investigação e consequências.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'Murder' (termo geral para homicídio intencional) e 'Assassination' (geralmente para figuras públicas ou políticas). Espanhol: 'Asesinato' (equivalente direto, com sentido similar ao português). Francês: 'Assassinat' (equivalente direto). Italiano: 'Assassinio' (equivalente direto).

Relevância atual

Atualidade

O termo 'assassinato' mantém sua alta relevância no discurso jurídico, jornalístico e social, sendo fundamental para a descrição e análise de crimes graves e suas implicações na sociedade brasileira.

Origem e Evolução

Século XIII - Deriva do árabe 'hashishin', nome de uma seita Nizari que utilizava o ópio. O termo foi distorcido na Europa medieval para designar assassinos, associando-os ao uso da substância para cometer crimes. A palavra entrou no português através do italiano 'assassinio' ou do francês 'assassinat'.

Consolidação e Uso

Idade Média ao século XIX - O termo se estabelece na língua portuguesa com o sentido de homicídio qualificado, geralmente com motivações políticas ou religiosas, refletindo a percepção europeia da seita original. O uso se torna mais comum em registros legais e crônicas históricas.

Uso Contemporâneo

Século XX à Atualidade - 'Assassinato' consolida-se como termo jurídico e jornalístico para o ato de matar alguém intencionalmente, com qualificadoras específicas. Mantém seu peso semântico de gravidade e intencionalidade, sendo amplamente utilizado na mídia e no sistema legal.

assassinato

Do latim 'assassinare'.

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