casket
Do inglês médio 'casket', diminutivo de 'box' (caixa).↗ fonte
Origem
Deriva do latim 'capsa', que significa 'caixa', 'recipiente'.
No inglês antigo, 'casket' referia-se a uma pequena caixa ou baú, frequentemente usado para guardar joias ou objetos de valor.
Mudanças de sentido
Pequena caixa, baú para objetos de valor.
Pode referir-se a uma caixa de joias, uma caixa de relíquias, ou, em contextos funerários, um caixão, especialmente um de menor porte ou mais ornamentado.
Em traduções ou contextos de influência estrangeira, pode ser usado para 'caixão', mas com conotação de menor porte ou mais refinado. O uso para caixas de joias ou objetos decorativos é mais provável.
A palavra 'casket' não se estabeleceu no português brasileiro com o sentido de caixão. O termo 'caixão' é o padrão. Quando 'casket' aparece, é mais provável que se refira a uma caixa de joias ou um objeto de colecionador, refletindo seu uso mais comum em inglês. A transposição direta para o sentido funerário é rara e soa como um estrangeirismo.
Primeiro registro
Registros do uso de 'casket' para pequenas caixas datam do século XIV.
O uso de 'casket' em português brasileiro é mais recente, possivelmente a partir da segunda metade do século XX, em traduções e contextos de influência cultural anglo-saxônica. Registros específicos são difíceis de precisar, mas sua entrada no vocabulário geral é limitada.
Momentos culturais
A palavra 'casket' aparece em traduções de filmes e séries, onde pode ser traduzida como 'caixão', 'urna' ou 'ataúde', dependendo da nuance.
Em obras literárias traduzidas, 'casket' pode ser encontrado, mantendo seu sentido original em inglês.
Comparações culturais
Inglês: 'Casket' refere-se a uma pequena caixa, baú, caixa de joias, ou, em contextos funerários, um caixão. Espanhol: O termo equivalente para caixão é 'ataúd' ou 'féretro'. Para pequenas caixas, usa-se 'caja' ou 'estuche'. Francês: 'Cercueil' para caixão; 'coffret' para pequena caixa.
Relevância atual
A palavra 'casket' tem relevância limitada no português brasileiro, sendo mais conhecida em seu sentido de 'caixa de joias' ou objeto decorativo, em detrimento do sentido funerário, onde 'caixão' é o termo dominante e universalmente compreendido.
Período Colonial e Império (Séculos XVI - XIX)
O termo 'caixão' já existia em português, derivado do latim 'capsa' (caixa), com o sentido de receptáculo. A palavra 'casket' não era de uso comum no português brasileiro neste período, sendo o termo 'caixão' o predominante para o objeto funerário. Referências a 'casket' seriam raras e possivelmente ligadas a influências estrangeiras pontuais ou a objetos menores de valor.
Século XX - Meados do Século XXI: Influência Inglesa e Novos Contextos
A palavra 'casket' começa a aparecer no português brasileiro, especialmente a partir da segunda metade do século XX, em contextos de influência cultural e econômica anglo-saxônica. Seu uso se restringe a nichos específicos, muitas vezes associado a caixas de joias, objetos de arte ou, em traduções literais de obras estrangeiras, para se referir a um caixão, mas com uma conotação de menor porte ou mais refinado que o 'caixão' tradicional. O termo 'caixão' permanece o mais comum e genérico.
Atualidade: Uso Restrito e Contextos Específicos
Na atualidade, 'casket' em português brasileiro é raramente utilizada para se referir a um caixão. O termo é mais comum em inglês para designar uma caixa de joias, uma caixa de relíquias ou, em contextos funerários, um caixão de menor porte ou mais ornamentado. No Brasil, o termo 'caixão' é universal e amplamente compreendido. O uso de 'casket' pode ocorrer em traduções, em contextos de colecionismo de objetos antigos ou em menções a práticas culturais estrangeiras.
Do inglês médio 'casket', diminutivo de 'box' (caixa).