chavão

Origem incerta, possivelmente do espanhol 'chaveta' (peça de metal).

Origem

Século XIX

Origem incerta, possivelmente expressiva ou onomatopeica, ligada à ideia de algo batido ou repetido, como um molde. O sentido original remete a um molde ou peça padrão, especialmente em ourivesaria ou metalurgia.

Mudanças de sentido

Século XIX

Sentido literal: molde, peça padrão.

Século XX

Sentido figurado: frase feita, clichê, lugar-comum, ideia repetida e sem originalidade.

Atualidade

Mantém o sentido de clichê, aplicado a discursos, conteúdos digitais e ideias desgastadas.

A palavra 'chavão' é definida como 'Frase feita, clichê ou lugar-comum. Também pode se referir a um objeto ou peça que serve de modelo ou padrão.', conforme o contexto RAG, indicando a persistência de ambos os sentidos, embora o figurado seja mais proeminente no uso comum.

Primeiro registro

Século XIX

O uso da palavra 'chavão' com seus sentidos atuais e originais é documentado a partir do século XIX em textos da língua portuguesa.

Momentos culturais

Século XX

Crítica literária e jornalística frequentemente utiliza 'chavão' para desqualificar textos ou discursos considerados banais ou repetitivos.

Atualidade

Debates sobre a qualidade da informação e a superficialidade na comunicação digital frequentemente recorrem ao termo 'chavão' para descrever conteúdos virais sem substância.

Vida digital

Atualidade

O termo 'chavão' é usado em discussões online sobre memes, virais e discursos repetitivos em redes sociais, como Facebook, Twitter e TikTok.

Atualidade

Pode aparecer em comentários e posts criticando a falta de originalidade de influenciadores digitais ou de campanhas publicitárias.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'Cliché' ou 'platitude'. Espanhol: 'Cliché', 'topicazo' ou 'frase hecha'. Ambos os idiomas possuem termos equivalentes para expressar a ideia de uma frase ou ideia repetida e desgastada, com o termo 'cliché' sendo amplamente adotado internacionalmente.

Relevância atual

Atualidade

'Chavão' continua sendo uma palavra relevante para descrever a repetição de ideias e a falta de originalidade em diversos âmbitos, desde a comunicação interpessoal até a produção de conteúdo em massa na era digital. Sua classificação como 'palavra formal/dicionarizada' no contexto RAG atesta sua aceitação e uso consolidado na língua portuguesa.

Origem e Evolução

Século XIX - A palavra 'chavão' surge no português, possivelmente de origem expressiva ou onomatopeica, associada a algo que se repete ou que é batido, como um molde. Inicialmente, referia-se a um molde ou peça padrão, especialmente em ourivesaria ou metalurgia. Com o tempo, o sentido se expandiu para o figurado, designando uma frase ou ideia repetida exaustivamente, perdendo originalidade.

Consolidação do Sentido Figurado

Século XX - O uso de 'chavão' para descrever clichês, lugares-comuns e frases feitas se consolida. A palavra passa a ser empregada em contextos literários, jornalísticos e cotidianos para criticar a falta de originalidade e a repetição de discursos ou ideias desgastadas.

Uso Contemporâneo e Digital

Atualidade - 'Chavão' mantém seu sentido de clichê e frase feita, sendo amplamente utilizado em debates sobre comunicação, mídia e cultura. Na era digital, a palavra é frequentemente usada para descrever conteúdos repetitivos em redes sociais, discursos políticos genéricos ou ideias que circulam sem reflexão crítica. O termo 'chavão' é reconhecido como uma palavra formal/dicionarizada, conforme indicado pelo contexto RAG.

chavão

Origem incerta, possivelmente do espanhol 'chaveta' (peça de metal).

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