Palavras

criar-intriga

Formado pela locução verbal 'criar' (do latim 'creare') e o substantivo 'intriga' (do italiano 'intrigo', derivado do latim 'intricare').

Origem

Século XVI

Formado pela junção do verbo 'criar' (latim 'creare': dar existência, produzir, gerar) e do substantivo 'intriga' (latim medieval 'intricare': emaranhar, enredar, complicar).

Mudanças de sentido

Século XVI - XIX

O sentido principal era gerar discórdia e conflito, muitas vezes com conotação de manipulação e malícia em contextos sociais e políticos.

A expressão 'criar intriga' era frequentemente associada a ações de desestabilização em cortes reais, conspirações e fofocas maliciosas que visavam prejudicar reputações ou alterar o curso de eventos.

Século XX - Atualidade

O sentido se mantém, mas a expressão ganha nuances de instigação de desconfiança e conflito em ambientes mais amplos, incluindo o corporativo e o digital.

Hoje, 'criar intriga' pode referir-se desde a manipulação sutil em um ambiente de trabalho para obter vantagens, até a disseminação de boatos ou informações falsas em redes sociais para gerar discórdia entre grupos.

Primeiro registro

Século XVI

Registros em textos literários e crônicas da época indicam o uso da expressão para descrever ações de desavença e manipulação.

Momentos culturais

Séculos XVII-XIX

Presente em obras literárias que retratam a vida cortesã e as intrigas políticas, como em peças de teatro e romances históricos.

Século XX

Utilizada em novelas de televisão e filmes para descrever conflitos entre personagens e tramas de suspense.

Atualidade

Comum em discussões sobre política, ambiente de trabalho e comportamento em redes sociais, sendo frequentemente citada em artigos de opinião e debates.

Conflitos sociais

Histórico

Associada a manipulações políticas, conspirações e desestabilização de grupos sociais ou instituições.

Atualidade

Relacionada à disseminação de fake news, cyberbullying e conflitos em ambientes de trabalho, onde a expressão descreve a criação de um clima de desconfiança e hostilidade.

Vida emocional

A expressão carrega um peso negativo, associada a sentimentos de desconfiança, malícia, manipulação e ressentimento.

Vida digital

A expressão é usada em discussões online sobre fofocas, 'tretas' e conflitos em redes sociais.

Pode aparecer em memes ou comentários que descrevem situações de discórdia criadas artificialmente.

Termos como 'lacrar' ou 'cancelar' em certos contextos digitais podem ter semelhanças com a ideia de criar discórdia, embora com mecanismos e objetivos distintos.

Representações

Século XX - Atualidade

Frequentemente retratada em novelas, séries e filmes, onde personagens criam intrigas para manipular outros, gerar conflitos ou alcançar seus objetivos.

Comparações culturais

Inglês: 'to stir up trouble', 'to sow discord', 'to instigate conflict'. Espanhol: 'crear intriga', 'sembrar discordia', 'generar conflicto'. Francês: 'semer la discorde', 'créer des intrigues'. Italiano: 'creare discordia', 'seminare zizzania'.

Relevância atual

A expressão 'criar intriga' mantém sua relevância ao descrever ações de manipulação e instigação de conflitos em diversos âmbitos da sociedade contemporânea, desde as relações interpessoais até o cenário político e a esfera digital.

Formação e Composição

Século XVI - Formação do verbo composto 'criar intriga' a partir do verbo 'criar' (do latim creare, dar existência, produzir) e do substantivo 'intriga' (do latim medieval intricare, emaranhar, enredar).

Consolidação e Uso

Séculos XVII-XIX - O termo se consolida na língua portuguesa, aparecendo em textos literários e relatos históricos para descrever ações de manipulação social e política.

Modernidade e Contemporaneidade

Século XX - Atualidade - O uso se mantém, com a expressão sendo aplicada em diversos contextos, desde relações interpessoais até o cenário político e corporativo, com forte presença na mídia.

criar-intriga

Formado pela locução verbal 'criar' (do latim 'creare') e o substantivo 'intriga' (do italiano 'intrigo', derivado do latim 'intricare').

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