arquetipo-materno
Significado de arquetipo-materno
Refere-se ao arquétipo feminino primordial associado à maternidade, nutrição e cuidado, conforme a psicologia analítica de Carl Jung.
Significados de arquetipo-materno
substantivo masculino
Na psicologia junguiana, representa o padrão universal inconsciente da mãe, manifestando-se em imagens e comportamentos relacionados à nutrição, proteção, fertilidade e ao cuidado incondicional.
"O arquétipo-materno é fundamental para o desenvolvimento psíquico infantil."
Formal:
Neutro:
Nota: Termo técnico da psicologia analítica.
💡 Usado principalmente em contextos acadêmicos e de psicologia.
Origem da palavra arquetipo-materno
Linha do tempo de arquetipo-materno
Uma visão resumida de como esta palavra transita pela História: origem, uso histórico e vida contemporânea.
Origem Conceitual e Etimológica
Início do século XX — O termo 'arquétipo' é cunhado por Carl Jung, derivado do grego 'arkhē' (princípio, origem) e 'typos' (modelo, forma). O 'arquetipo-materno' surge como um conceito específico dentro da psicologia analítica, referindo-se a um padrão universal e inconsciente de maternidade, nutrição e cuidado. Não há um registro etimológico direto em português para a junção, mas sim a aplicação do conceito junguiano.
Origem
Derivação do conceito junguiano de 'arquétipo' (do grego 'arkhē' + 'typos'), aplicado especificamente ao padrão psíquico da maternidade, nutrição e cuidado. Não há uma etimologia direta em português para a junção, mas sim a adoção do conceito.
Entrada na Linguagem Acadêmica e Psicológica
Meados do século XX — O conceito de 'arquetipo-materno' começa a ser discutido e disseminado em círculos acadêmicos e psicológicos no Brasil, principalmente através de traduções e estudos sobre a obra de Jung. O uso é restrito a textos especializados.
Popularização e Ressignificação
Final do século XX e início do século XXI — O termo ganha maior visibilidade com a expansão da psicologia para o público geral e a influência de movimentos feministas e de estudos de gênero. O conceito é adaptado e, por vezes, criticado ou ressignificado em debates sobre papel da mulher, maternidade e relações familiares. O uso se expande para além do estritamente junguiano, abrangendo discussões culturais e sociais.
Refere-se ao arquétipo feminino primordial associado à maternidade, nutrição e cuidado, conforme a psicologia analítica de Carl Jung.