equivalente-em-cardinalidade
Significado de equivalente-em-cardinalidade
Refere-se à propriedade de dois conjuntos terem o mesmo número de elementos, independentemente de serem finitos ou infinitos.
Significados de equivalente-em-cardinalidade
adjetivo
Diz-se de dois conjuntos que podem ser colocados em correspondência biunívoca, indicando que possuem a mesma cardinalidade (tamanho).
"Os conjuntos dos números naturais e dos números pares são equivalentes em cardinalidade."
Formal:
Antônimos:
Nota: Termo utilizado em teoria dos conjuntos e áreas relacionadas da matemática.
💡 Termo fundamental na teoria dos conjuntos para comparar o 'tamanho' de conjuntos, incluindo os infinitos.
Origem da palavra equivalente-em-cardinalidade
Linha do tempo de equivalente-em-cardinalidade
Uma visão resumida de como esta palavra transita pela História: origem, uso histórico e vida contemporânea.
Origem Conceitual e Etimológica
Século XVII - A noção de 'equivalência' surge com a matemática moderna, especialmente com os trabalhos de René Descartes e Gottfried Wilhelm Leibniz. A palavra 'equivalente' deriva do latim 'aequivalens', particípio presente de 'aequivalere', que significa 'ter o mesmo valor'. A ideia de 'cardinalidade' é formalizada por Georg Cantor no final do século XIX.
Origem
Deriva do latim 'aequivalens', particípio presente de 'aequivalere', que significa 'ter o mesmo valor'. O conceito de cardinalidade é formalizado por Georg Cantor no final do século XIX.
Uso Acadêmico e Divulgação Científica
Meados do Século XX - Atualidade - O termo é amplamente utilizado em cursos de graduação e pós-graduação em matemática, lógica e áreas afins. A divulgação científica começa a popularizar o conceito, embora a expressão completa 'equivalente em cardinalidade' permaneça mais restrita a contextos técnicos.
Mudanças de Sentido
O termo mantém seu rigor técnico no meio acadêmico, mas a ideia de 'equivalência' em outros contextos (como 'equivalente em preço' ou 'equivalente em importância') é mais comum no uso geral. A expressão completa é rara fora do ambiente matemático.
Refere-se à propriedade de dois conjuntos terem o mesmo número de elementos, independentemente de serem finitos ou infinitos.