ultramontanismo
Significado de ultramontanismo
Movimento ou doutrina que defende a supremacia da autoridade papal sobre os concílios ecumênicos e sobre o poder temporal dos governantes civis, especialmente no contexto da Igreja Católica.
Significados de ultramontanismo
substantivo masculino
Doutrina e movimento político-religioso que sustenta a autoridade suprema do Papa sobre toda a Igreja e, em certos períodos históricos, sobre os poderes civis, defendendo a centralização do poder eclesiástico em Roma.
"O ultramontanismo foi uma força política importante na Europa do século XIX."
Formal:
Antônimos:
Nota: Termo com conotação histórica e teológica, frequentemente associado a debates sobre a relação entre Igreja e Estado.
substantivo masculino
Tendência ou atitude de defender posições consideradas extremas ou intransigentes, especialmente em contextos políticos ou ideológicos, por vezes com referência a uma autoridade externa ou superior.
"Suas opiniões políticas beiravam o ultramontanismo, sem espaço para diálogo."
Formal:
Neutro:
Antônimos:
Nota: Uso mais amplo e figurado do termo, aplicado a qualquer posição dogmática ou inflexível.
💡 O termo é predominantemente usado em contextos históricos, teológicos e políticos relacionados à Igreja Católica.
Origem da palavra ultramontanismo
Linha do tempo de ultramontanismo
Uma visão resumida de como esta palavra transita pela História: origem, uso histórico e vida contemporânea.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'ultramontanus', que significa 'além dos montes', referindo-se aos Alpes, e, por extensão, aos territórios fora da Itália, especialmente a França e a Alemanha, na perspectiva da Cúria Romana.
Origem
Do latim 'ultramontanus', significando 'além dos montes', em referência à localização geográfica dos fiéis e clérigos fora da Itália em relação à Santa Sé.
Entrada e Evolução na Língua Portuguesa
O termo 'ultramontanismo' surge no contexto das disputas entre o poder papal e os poderes monárquicos na Europa, ganhando força a partir do século XVII e consolidando-se no século XIX com o movimento católico.
Uso Contemporâneo
O termo é utilizado principalmente em contextos históricos, teológicos e políticos para descrever a doutrina da supremacia papal, mas pode ser empregado metaforicamente para designar posições que defendem uma autoridade centralizada e distante.
Movimento ou doutrina que defende a supremacia da autoridade papal sobre os concílios ecumênicos e sobre o poder temporal dos governantes civis, especialmente no contexto da Igreja Católica.