autoficção
Significado de autoficção
Gênero literário que mescla elementos de ficção com a vida e a experiência do autor, onde a fronteira entre o real e o imaginário é deliberadamente tênue.
Significados de autoficção
substantivo feminino
Gênero literário que se caracteriza pela fusão entre a narrativa ficcional e a experiência autobiográfica do autor, explorando a subjetividade e a relação entre o eu e a obra.
"A autoficção permite ao escritor revisitar memórias e transformá-las em matéria literária."
Formal:
Neutro:
Nota: Termo amplamente utilizado em estudos literários e pela crítica especializada.
💡 O termo ganhou popularidade a partir da segunda metade do século XX, com autores como Serge Doubrovsky sendo creditados pela sua popularização.
Origem da palavra autoficção
Linha do tempo de autoficção
Uma visão resumida de como esta palavra transita pela História: origem, uso histórico e vida contemporânea.
Cunhado pelo escritor francês Serge Doubrovsky, combinando 'autobiografia' e 'ficção'.
Origem Conceitual e Etimológica
Século XX — O termo 'autoficção' surge na França, cunhado pelo escritor Serge Doubrovsky em 1977, a partir da junção de 'autobiografia' e 'ficção'. A etimologia reflete a fusão de elementos autobiográficos com a liberdade criativa da ficção.
Primeiro Registro
Publicação de 'Fils' de Serge Doubrovsky, onde o termo é explicitamente utilizado para descrever sua obra.
Momentos Culturais
Auge do debate sobre a autoficção na França, influenciando discussões literárias em outros países.
Exemplos reais de uso de “autoficção”
A autoficção é um gênero que borra os limites entre a vida e a obra, explorando a subjetividade do autor.
Folha de S.Paulo· 2021-08Jornalismo· Artigo sobre tendências literárias contemporâneas.via Gemini SearchO romance se insere no campo da autoficção, mesclando memória e invenção de forma deliberada.
A autoficção questiona o pacto autobiográfico, tornando o 'eu' uma construção narrativa.
Mais 4 exemplos no plano Pro
Gênero literário que mescla elementos de ficção com a vida e a experiência do autor, onde a fronteira entre o real e o imaginário é deliberadamente tênue.