regalismo
Significado de regalismo
Doutrina ou sistema político que defende a supremacia da autoridade real sobre a autoridade eclesiástica, especialmente em assuntos temporais e na nomeação de clérigos.
Significados de regalismo
substantivo masculino
Sistema político que afirma a soberania do monarca sobre a Igreja dentro de seus domínios, incluindo o controle sobre nomeações, finanças e a aplicação de leis civis em assuntos eclesiásticos.
"O regalismo francês buscou limitar a influência papal no reino."
Formal:
Nota: Termo mais comum em contextos históricos e de direito canônico.
substantivo masculino
Em um sentido mais amplo, a exaltação ou defesa dos direitos e prerrogativas da realeza.
"A política do rei era marcada por um forte regalismo."
Formal:
Nota: Menos comum que a primeira acepção.
💡 Termo de uso restrito a discussões acadêmicas, históricas e teológicas.
Origem da palavra regalismo
Linha do tempo de regalismo
Uma visão resumida de como esta palavra transita pela História: origem, uso histórico e vida contemporânea.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'regalis', que significa 'real', 'pertencente ao rei'. O sufixo '-ismo' indica doutrina, sistema ou prática.
Origem
Do latim 'regalis' (real, do rei), com o sufixo '-ismo' indicando doutrina ou sistema.
Consolidação Histórica e Entrada na Língua Portuguesa
O termo 'regalismo' ganhou proeminência na Europa a partir do século XVII, especialmente em países como França (com o galicanismo) e Espanha, como um movimento político-religioso para afirmar a autoridade monárquica sobre a Igreja. Sua entrada e uso no português, particularmente no Brasil, acompanham esse contexto histórico, sendo mais utilizado em discussões sobre a relação entre Estado e Igreja, especialmente durante o período colonial e imperial.
Uso Contemporâneo
Atualmente, 'regalismo' é um termo de uso mais restrito, predominantemente acadêmico e histórico, referindo-se à doutrina específica de supremacia real sobre a Igreja. Raramente aparece em conversas cotidianas, mas é fundamental para a compreensão de debates históricos e teológicos sobre a autonomia eclesiástica versus o poder estatal.
Doutrina ou sistema político que defende a supremacia da autoridade real sobre a autoridade eclesiástica, especialmente em assuntos temporais e na nomeação de clérigos.