concedeu-se-que
Significado de concedeu-se-que
Significados de concedeu-se-que
conjunção integrante
Introduz uma oração subordinada substantiva objetiva direta, indicando uma proposição que se assume como verdadeira ou que foi dada como certa.
"Concedeu-se-que a Terra era plana, mas a ciência provou o contrário."
Formal:
Neutro:
Nota: Formulação mais comum em textos formais ou acadêmicos, indicando uma premissa aceita para fins de argumentação.
💡 A expressão 'concedeu-se-que' é uma construção gramatical válida, mas seu uso é restrito a contextos que exigem formalidade e precisão, como em debates filosóficos, científicos ou jurídicos onde se parte de uma premissa.
Origem da palavra concedeu-se-que
Linha do tempo de concedeu-se-que
Uma visão resumida de como esta palavra transita pela História: origem, uso histórico e vida contemporânea.
Origem e Formação
Século XVI - Formação a partir do verbo 'conceder' (do latim concedere) e do pronome reflexivo 'se', com a adição da conjunção 'que'. A estrutura 'concedeu-se que' surge como uma forma de introduzir uma proposição que se assume como verdadeira ou aceita.
Origem
Deriva do verbo 'conceder' (do latim 'concedere', que significa dar, permitir, admitir) combinado com o pronome reflexivo 'se' e a conjunção 'que'. A estrutura 'concedeu-se que' indica uma ação passada (conceder) realizada de forma reflexiva ou impessoal, seguida por uma oração subordinada introduzida por 'que'.
Uso Contemporâneo e Ressignificação
Século XX e Atualidade - Embora menos frequente no discurso coloquial, a expressão mantém seu uso em textos acadêmicos e jurídicos. Pode aparecer em contextos irônicos ou para criticar a aceitação acrítica de ideias.
Momentos Culturais
Aparece em textos acadêmicos de diversas áreas, como direito, filosofia e linguística, mantendo seu caráter formal. Sua presença em obras literárias é mais rara e geralmente em contextos que mimetizam o discurso formal ou acadêmico.
Expressão que indica algo que foi concedido ou aceito como verdade, geralmente sem prova concreta.