execrabilidade
Significado de execrabilidade
Qualidade ou estado do que é execrável; abominação, detestabilidade.
Significados de execrabilidade
substantivo feminino
A qualidade ou o estado daquilo que é execrável; algo que inspira ou causa aversão intensa, repulsa ou horror.
"A execrabilidade de suas ações era evidente para todos."
Antônimos:
Nota: Termo formal, usado para descrever sentimentos intensos de repulsa.
💡 Palavra de uso formal, relacionada a sentimentos de forte aversão.
Origem da palavra execrabilidade
Linha do tempo de execrabilidade
Uma visão resumida de como esta palavra transita pela História: origem, uso histórico e vida contemporânea.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Século XIV/XV — Deriva do latim 'execrabilitas', substantivo abstrato de 'execrabilis', que significa 'amaldiçoado', 'detestável', 'abominável'. 'Execrabilis' por sua vez vem do verbo 'exsecrari', que significa 'amaldiçoar', 'condenar', composto por 'ex-' (fora, para fora) e 'sacer' (sagrado), indicando algo que é retirado do sagrado ou profanado. A palavra entrou no português através do latim eclesiástico, com forte carga religiosa.
Origem
Do latim 'execrabilitas', derivado de 'execrabilis' (amaldiçoado, detestável), que por sua vez vem de 'exsecrari' (amaldiçoar, condenar), formado por 'ex-' (fora) e 'sacer' (sagrado). Indica algo profano ou que inspira condenação.
Uso Histórico e Evolução Semântica
Séculos XVI-XVIII — Utilizada predominantemente em contextos religiosos e morais para descrever atos ou sentimentos considerados pecaminosos, profanos ou abomináveis. Mantém a conotação de algo que inspira horror e repulsa, frequentemente associada a heresias, sacrilégios e vícios graves. O uso era formal e restrito a textos teológicos, jurídicos e literários de cunho moralizante.
Modernidade e Atualidade
Século XIX em diante — A palavra 'execrabilidade' continua a ser usada em seu sentido original, mas com uma frequência menor em comparação com termos mais comuns como 'abominação' ou 'detestabilidade'. Seu uso se restringe a contextos que exigem um vocabulário mais formal e enfático para expressar repulsa extrema. Em discursos contemporâneos, pode aparecer em análises críticas de eventos históricos, sociais ou políticos que envolvam crueldade ou depravação moral, ou em textos literários que buscam um tom elevado e sombrio. A carga religiosa original ainda pode ser percebida, mas o termo é aplicado a qualquer coisa que cause profundo desgosto e aversão.
Qualidade ou estado do que é execrável; abominação, detestabilidade.