botaria-a-cara

Significado de botaria-a-cara

expressão idiomática

Expressão usada para descrever a ação de se expor a uma situação potencialmente embaraçosa, arriscada ou desconfortável, geralmente com o objetivo de obter um resultado desejado ou de se provar.

Significados de botaria-a-cara

  1. expressão idiomática

    Expor-se a uma situação de risco, vergonha ou desconforto com a esperança de alcançar um objetivo ou de superar um desafio.

    "Ele vai botar a cara na reunião para defender a proposta, mesmo sabendo que será criticado."

    Nota: Usado em contextos informais, especialmente em discussões online ou entre amigos.

💡 A expressão carrega a ideia de coragem ou imprudência ao se expor a algo negativo.

Origem da palavra botaria-a-cara

Origem incerta, possivelmente ligada à ideia de 'colocar a cara' (expor-se) em uma situação difícil ou de risco.

Linha do tempo de botaria-a-cara

Uma visão resumida de como esta palavra transita pela História: origem, uso histórico e vida contemporânea.

Século XXOrigem

Origem da Expressão

Século XX - Formação a partir de elementos verbais e nominais do português brasileiro, com sentido figurado.

Origem

Século XXOrigem

A expressão 'botaria-a-cara' é uma construção idiomática do português brasileiro. 'Botar' (do latim vulgar *bottare*, possivelmente de origem celta ou germânica, significando colocar, pôr) combinado com 'a cara' (do latim *cara*, rosto, face). A junção sugere a ação de expor o próprio rosto, a própria identidade, a uma situação.

Momentos Culturais

1980Cultural

A expressão pode ter ganhado mais visibilidade em programas de auditório e novelas, onde situações de conflito e superação eram comuns.

Meados do Século XXHoje

Consolidação e Uso

Meados do Século XX - Início da popularização em contextos informais e regionais.

botaria-a-cara

Expressão usada para descrever a ação de se expor a uma situação potencialmente embaraçosa, arriscada ou desconfortável, geralmente com o objetivo de obter um resultado desejado ou de se provar.

PalavrasA história viva das palavras