semipelagianismo
Significado de semipelagianismo
Doutrina teológica que sustenta que o homem, após a queda, ainda possui alguma capacidade de iniciar o processo de salvação por meio de sua própria vontade, sem a necessidade de uma graça divina prévia e irresistível, mas ainda necessitando da graça para completar a salvação.
Significados de semipelagianismo
substantivo masculino
Corrente teológica que se situa entre o pelagianismo e o agostinianismo, afirmando que a vontade humana tem um papel na iniciativa da salvação, mas necessita da graça divina para sua consumação.
"O semipelagianismo foi condenado como heresia em diversos concílios."
Formal:
Nota: Termo de uso restrito à teologia e história da igreja.
💡 Termo específico da teologia cristã, referindo-se a uma posição intermediária entre o pelagianismo e o agostinianismo.
Origem da palavra semipelagianismo
Linha do tempo de semipelagianismo
Uma visão resumida de como esta palavra transita pela História: origem, uso histórico e vida contemporânea.
Origem Etimológica
Século V d.C. - Deriva do nome do teólogo Pelágio, com o prefixo 'semi-' (metade, parcialmente), indicando uma doutrina que se aproxima, mas não é idêntica, ao pelagianismo.
Origem
O termo é uma construção teológica posterior, derivando do nome de Pelágio (herético que negava o pecado original e a necessidade da graça divina para a salvação) e do prefixo latino 'semi-', que significa 'metade' ou 'parcialmente'. Refere-se a uma doutrina que aceita a necessidade da graça, mas defende que o homem pode iniciar o processo de salvação por sua própria vontade.
Formação Doutrinária e Entrada na Língua
Séculos V-VI d.C. - A doutrina surge em oposição ao agostinianismo e ao pelagianismo, sendo formalmente condenada em concílios. O termo 'semipelagianismo' é cunhado por teólogos para descrever essa posição intermediária.
Uso Histórico e Teológico
Idade Média e Moderna - O termo é utilizado predominantemente em debates teológicos e filosóficos dentro da tradição cristã, especialmente no Ocidente, para discutir a natureza da graça divina e do livre-arbítrio.
Doutrina teológica que sustenta que o homem, após a queda, ainda possui alguma capacidade de iniciar o processo de salvação por meio de sua própria vontade, sem a necessidade de uma graça divina prévia e irresistível, mas ainda necessitando da graça para completar a salvação.