enganaste-te
Significado de enganaste-te
Ação de se iludir, de cometer um erro de julgamento ou de ser enganado.
Significados de enganaste-te
verbo
Cometer um engano; iludir-se; ser ludibriado.
"Enganaste-te ao pensar que ele te ajudaria."
Nota: A ordem 'te enganaste' é mais comum no português brasileiro moderno. A forma 'enganaste-te' é mais arcaica ou formal.
💡 A conjugação com pronome oblíquo átono posposto (ênclise) é mais comum em Portugal e em registros formais ou literários no Brasil. No Brasil, a próclise ('te enganaste') é predominante na fala e na escrita informal.
Origem da palavra enganaste-te
Linha do tempo de enganaste-te
Uma visão resumida de como esta palavra transita pela História: origem, uso histórico e vida contemporânea.
Origem Latina e Formação
Século XIII - O verbo 'enganar' tem origem no latim vulgar *ingannare*, que significa 'enganar, ludibriar, zombar'. A forma 'enganaste-te' é uma conjugação verbal na segunda pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo, com o pronome oblíquo átono 'te' posposto, indicando uma ação reflexiva ou intransitiva. Essa estrutura é comum no português arcaico e em variantes mais formais.
Origem
Do latim vulgar *ingannare*, com o sentido de 'enganar, ludibriar, zombar'. A terminação '-aste' indica a segunda pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo, e '-te' é o pronome oblíquo átono reflexivo.
Primeiro Registro
Registros de textos em português arcaico, como as cantigas galego-portuguesas, já apresentavam conjugações verbais com pronome posposto, indicando o uso da forma 'enganaste-te' ou similares em contextos literários da época. A documentação específica da forma exata pode variar dependendo dos manuscritos disponíveis.
Uso Contemporâneo no Brasil
Século XX e Atualidade - No português brasileiro, a próclise (pronome antes do verbo) tornou-se predominante na fala coloquial ('você se enganou'). A forma 'enganaste-te' é considerada arcaica e restrita a textos literários, religiosos ou a um registro muito formal e erudito. Seu uso na fala cotidiana é praticamente inexistente.
Ação de se iludir, de cometer um erro de julgamento ou de ser enganado.